3ª SESSÃO :: 21 MAIO | 18:30 | BOULEVARD

19.05.14 | 18:04
3ª SESSÃO :: 21 MAIO | 18:30 | BOULEVARD



A terceira sessão acontece na próxima quarta-feira, 21 de maio, pelas 18:30, no Boulevard e conta com Renata Ribeiro (sobre Mário de Andrade), Nuno dos Santos Sousa (sobre Rui Knopfli), Joana Coutinho (apresentação do conjunto fotográfico "Os ombros suportam o mundo"), um debate submetido ao tema "A divulgação da literatura lusófona no Porto" e Inês Amaral (ilustração). A entrada é livre tod@s são bem-vind@s.

3ª SESSÃO
21 MAIO | 18:30 | BOULEVARD

Renata Ribeiro – Mário de Andrade
Nuno dos Santos Sousa – Rui Knopfli

Apresentação do conjunto fotográfico 
"Os ombros suportam o mundo", de Joana Coutinho

Debate
"Divulgação da literatura lusófona no Porto"

Ilustradora
Inês Amaral



NUNO DOS SANTOS SOUSA
Conferência sobre Rui Knopfli :: 21.05.14

Diz-se que nasceu em 1993, no Porto. Cumpriu um ano na Faculdade de Economia do Porto, em Gestão. A sua teimosia imperou e, actualmente, encontra-se no 2º ano de Licenciatura em Estudos Portugueses e Lusófonos, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Em 2012, lançou o seu primeiro livro. Paralelamente ao vício da escrita e da literatura, é músico filarmónico na Banda Musical de Rio Mau (Penafiel), tendo completado o 8º Grau de Oboé em 2011. É professor deste e de piano em escolas não oficiais.

Colecciona quilómetros e maços vazios.

+

RUI KNOFLI

Rui Manuel Correia Knopfli (1932 - 1997) foi um poeta, jornalista e crítico literário e de cinema português.

Fez os seus estudos em Lourenço Marques e em Joanesburgo África do Sul, tendo sido, entre 1954 e 1974, delegado de propaganda médica.

Publicou uma obra que cruza as tradições literárias portuguesa e anglo-americana. Integrou o grupo de intelectuais moçambicanos que se opôs ao regime colonial. Foi director do vespertino A Tribuna (1974-1975).

Com o poeta João Pedro Grabato Dias (o pintor António Quadros), fundou em 1972 os cadernos de poesia Caliban.

Deixou Moçambique em Março de 1975. A nacionalidade portuguesa não impediu que a sua alma fosse assumidamente africana, mas a sua desilusão pelos acontecimentos políticos está expressa na sua poesia publicada após a saída da sua terra.

Tem colaboração dispersa por vários jornais e revistas.

Desempenhou funções de Conselheiro de Imprensa na Embaixada de Portugal em Londres (1975-1997). Morreu no dia de Natal de 1997 e está enterrado em Vila Viçosa.

O País dos Outros, 1959
Reino Submarino, 1962
Máquina de Areia, 1964
Mangas Verdes com Sal, 1969
A Ilha de Próspero, 1972
O Escriba Acocorado, 1978
Memória Consentida: 20 Anos de Poesia 1959-1979, 1982
O Corpo de Atena, 1984; Prémio de Poesia do PEN Clube
O Monhé das Cobras (Poesia), 1997
Obra Poética, 2003



RENATA RIBEIRO
Conferência sobre Mário de Andrade :: 21.05.14

Renata Ribeiro Lima nasceu lá na ilha de São Luís do Maranhão, cujo epíteto de "Atenas brasileira", recebido no séc. XIX, continua a ressoar no seu coração de 24 anos incompletos. Estudou Letras na Universidade Federal do Maranhão e atualmente é aluna do MELCI, no ramo de Literaturas de Língua Portuguesa.

+

MÁRIO DE ANDRADE

Mário de Andrade (1893 - 1945) foi um poeta, escritor, crítico literário, musicólogo, folclorista e ensaísta brasileiro. Um dos pioneiros da poesia moderna brasileira com a publicação de seu livro Paulicéia Desvairada em 1922, Andrade exerceu uma grande influência na literatura moderna brasileira e, como ensaísta e estudioso — foi um pioneiro do campo da etnomusicologia —, a sua influência transcendeu as fronteiras do Brasil.

Há uma Gota de Sangue em Cada Poema, 1917
Pauliceia Desvairada, 1922
A Escrava que Não É Isaura, 1925
Losango Cáqui, 1926
Primeiro Andar, 1926
O clã do Jabuti, 1927
Amar, Verbo Intransitivo, 1927
Ensaios Sobra a Música Brasileira, 1928
Macunaíma, 1928
Compêndio Da História Da Música, 1929 (Reescrito Como Pequena História Da Música Brasileira, 1942)
Modinhas Imperiais, 1930
Remate De Males, 1930
Música, Doce Música, 1933
Belasarte, 1934
O Aleijadinho de Álvares De Azevedo, 1935
Lasar Segall, 1935
Música do Brasil, 1941
Poesias, 1941
O Movimento Modernista, 1942
O Baile das Quatro Artes, 1943
Os Filhos da Candinha, 1943
Aspectos da Literatura Brasileira, 1943
O Empalhador de Passarinhos, 1944
Lira Paulistana, 1945
O Carro da Miséria, 1947
Contos Novos, 1947
O Banquete, 1978 (Editado por Jorge Coli)
Dicionário Musical Brasileiro, 1989 (editado por Flávia Toni)
Será o Benedito!, 1992
Introdução à estética musical, 1995 (editado por Flávia Toni)

2ª SESSÃO :: 14 MAIO | GATO VADIO

16.05.14 | 10:59
2ª SESSÃO :: 14 MAIO | GATO VADIO

A segunda sessão do colóquio interartes de literatura brasileira e africana "Tinha Paixão?" aconteceu na passada quarta-feira, 14 de maio, no Gato Vadio e contou com Dália Dias (sobre Manuel Ferreira), Luca Argel (sobre Carlito Azevedo e leitura de poemas brasileiros e africanos), Patrícia Lino (leitura de poemas brasileiros e africanos), Márcia Carvalho (apresentação de um conjunto de xilogravuras), Nelson Barbosa (perfomance "Crime é não saber ler"), Lise Bastos (exibição da curta-metragem "Mãos Dadas") e Joel Faria (ilustração).

A terceira sessão acontece na próxima quarta-feira, 21 de maio, pelas 18:30, no Boulevard e conta com Renata Ribeiro (sobre Mário de Andrade), Nuno dos Santos Sousa (sobre Rui Knopfli), Joana Coutinho (apresentação do conjunto fotográfico "Os ombros suportam o mundo"), um debate submetido ao tema "A divulgação da literatura lusófona no Porto", Inês Amaral (ilustração). A entrada é livre tod@s são bem-vind@s.





















2ª SESSÃO ::14 MAIO | 18:30 | GATO VADIO

13.05.14 | 12:57
2ª SESSÃO :: 14 MAIO | GATO VADIO




A segunda sessão acontece amanhã, pelas 18:30, no Gato Vadio e conta com Dália Dias (sobre Manuel Ferreira), Luca Argel (sobre Carlito Azevedo), Lise Bastos (exibição da curta-metragem "Mãos Dadas"), leitura de poemas brasileiros e africanos e Joel Faria (ilustração). A entrada é livre e tod@s são bem-vind@s.


2ª SESSÃO
14 MAIO | 18:30 | GATO VADIO

Dália Dias - Manuel Ferreira
Luca Argel - Carlito Azevedo

Exibição da curta-metragem "Mãos Dadas", de Lise Bastos

Leitura de poemas brasileiros e africanos
Patrícia Lino e Luca Argel

Ilustrador 
Joel Faria



DÁLIA DIAS
Conferência sobre Manuel Ferreira :: 14.05.14


Dálias Dias é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Português-Francês) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 1981; Mestre em Literaturas Românicas Modernas e Contemporâneas, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 1995; Doutora em Literatura Portuguesa, Universidade Nova de Lisboa, com a tese de Doutoramento, A Escrita Dissidente – autobiografia de Ruben A., em 2004 (Escrita Dissidente – autobiografia de Ruben A., Assírio e Alvim, 2005); Comissária da Exposição/Colóquio Ruben A. – Tempo Escrita Memória, patente na Galeria do Palácio – Biblioteca Almeida Garrett, Porto, de Maio a Julho de 2003.

Poesia publicada:
Poemas do Crescente, Ver o Verso, 2006.
Mais a Norte/Prumos, favaeditores, 2011.


+

MANUEL FERREIRA


Manuel Ferreira (Gândara dos Olivais, Leiria, 1917 - Linda-a-Velha, Oeiras, 17 de março de 1992) foi um escritor português.

Frequentou os cursos Comercial e de Farmácia dos liceus; licenciou-se em Ciências Sociais e Políticas pela Universidade Técnica de Lisboa.

Durante o serviço militar, foi mobilizado como expedicionário para Cabo Verde, em 1941, tendo lá permanecido seis anos, até 1947. Na cidade do Mindelo, na Ilha de São Vicente, conviveu com os grupos intelectuais cabo-verdianos ligados às revistas Claridade e Certeza.

Casou com a escritora cabo-verdiana Orlanda Amarílis, com quem teve dois filhos, Sérgio Manuel Napoleão Ferreira (nascido em Cabo Verde) e Hernâni Donaldo Napoleão Ferreira (nascido em Goa).

Depois de Cabo Verde, viveu também na Índia Portuguesa (Goa) e em Angola, tendo visitado outros países africanos. Manuel Ferreira viria a tomar-se um profundo estudioso da cultura de expressão portuguesa das antigas colónias e era considerado, nos mais diversos círculos internacionais, uma autoridade mundial nessa matéria. A obra ensaística e de ficção de Manuel Ferreira – na qual denunciava a repressão do colonialismo e do regime fascista – está profundamente marcada pelas experiências nas ex-colónias portuguesas onde o autor viveu.

Os seus ensaios de literatura africana de língua portuguesa, bem como as suas antologias de poesia africana, são consideradas imprescindíveis para o estudo dessas correntes de criação. Quer pelo ambiente da sua obra literária, quer pela divulgação que fez das literaturas africanas de língua portuguesa, Manuel Ferreira, português, pode ser considerado como um escritor africano de expressão portuguesa, que conferiu uma maior universalidade à língua de Camões.

Manuel Ferreira estreou-se em 1944 com o volume de contos Grei, publicando a seguir o romance A Casa dos Motas (1956), obras que se integraram na corrente neorrealista que constituiu o mais importante movimento da literatura portuguesa contemporânea. Também as suas obras de inspiração africana assumem idêntico perfil.

Além da sua obra romanesca e ensaística, parte da qual está traduzida em várias línguas, Manuel Ferreira é igualmente autor de livros para crianças. Como docente e estudioso da literatura africana, publicou numerosos estudos; fundou e dirigiu a revista “África – Literatura, Arte e Cultura” e as Edições ALAC (África, Literatura, Arte e Cultura). Depois da restauração da democracia em Portugal, criou, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a cadeira de Literatura Africana em Língua Portuguesa. Colaborou em numerosas publicações periódicas portuguesas e estrangeiras, como Vértice e Seara Nova; organizou, nomeadamente,. as antologias No Reino de Caliban (3 volumes., 1975, 1976, 1996) e 50 Poetas Africanos. Antologia Seletiva (1989).

Recebeu os prémios Fernão Mendes Pinto, em 1958, por Morabeza; Ricardo Malheiros, em 1962, por Hora di Bai, e o Prémio da Imprensa Cultural, por A Aventura Crioula, em 1967.

Em 1988, no interessante ensaio intitulado Que Futuro para a Língua Portuguesa em África?, o emérito africanista escrevia que “os Cinco” [países africanos] partiam “do princípio de que a língua é um facto cultural”, transformando o português “no plano da oralidade e no plano da escrita”. Para ele, o futuro seria assim: “A língua não é de nenhum para ser de todos. Não há por conseguinte um patrão. Todos são patrões. E se há uma língua, que é a língua portuguesa, há várias normas e logicamente umas tantas variantes: a variante da Guiné-Bissau, a variante de Cabo Verde, de São Tomé e Príncipe, a variante de Angola, Moçambique, do Brasil, da Galiza, de Timor-Leste, a variante de Portugal.”


LUCA ARGEL
Conferencia sobre Carlito Azevedo :: 14.05.14 | Atuação musical :: 4.06.14


Luca Argel (n. 1988) é um poeta do Rio de Janeiro. Graduou-se em música, e publicou seu último livro, esqueci de fixar o grafite (7 letras, 2012) logo antes de mudar-se para Portugal. Vive e trabalha no Porto.

+

CARLITO AZEVEDO


Carlito Azevedo (Rio de Janeiro, 1961) é um editor, crítico e poeta brasileiro.

Carioca da Ilha do Governador, Azevedo cursou a faculdade de letras na UFRJ, voltando sua atenção para a poesia francesa, a qual vem traduzindo regularmente. Conhece José Lino Grünwald que o apoia em sua estreia com o livro Collapsus Linguae (1991), com o qual ganhou o prêmio Jabuti. Em 1992 Antonio Carlos Secchin já destacava o fato de a estreia de Azevedo fornecer “elementos interessantes para uma reflexão acerca da formação cultural de nossos poetas”, em especial pelo fato de o poeta ter consciência de não se confundir com suas fontes próximas, a Poesia Marginal, a Poesia Concreta e a de João Cabral de Melo Neto, ainda essas fontes sejam facilmente identificáveis.

Em seguida publicou As Banhistas (1993), que tem como centro uma série de poemas com o mesmo título, que pode ser vista como o modelo de sua poética; Sob a Noite Física (1996); e Versos de Circunstância (2001). Em 2001, reuniu seus poemas na antologia Sublunar (1991-2001). Monodrama (2009) é seu mais recente livro de poesia.

É editor desde 1997 da revista de poesia Inimigo Rumor (mesmo título do livro Enemigo Rumor, de Lezama Lima), primeiro em parceria com o poeta Júlio Castañon Guimarães e posteriormente ao oitavo número com o poeta Augusto Massi. É coordenador da coleção de poesia Ás de colete.

Foi contemplado com a Bolsa Vitae de literatura (1994/1995).

SESSÃO DE ABERTURA :: 7 MAIO | GALERIAS DE PARIS

11.05.14 | 12:09
SESSÃO DE ABERTURA :: 7 MAIO | GALERIAS DE PARIS

A sessão de abertura do colóquio interartes de literatura brasileira e africana "Tinha Paixão"? aconteceu na passada quarta-feira, 7 de maio, nas Galerias de Paris e contou com Arnaldo Saraiva (sobre Alexei Bueno), Patrícia Lino (sobre Angélica Freitas), Ana Luísa, Filipe Cerqueira e Luca Argel (atuação musical) e Fred Babo (ilustração).

A segunda sessão acontece na próxima quarta-feira, pelas 18:30, no Gato Vadio e conta com Dália Dias (sobre Manuel Ferreira), Luca Argel (sobre Carlito Azevedo), Lise Bastos (exibição da curta-metragem "Mãos Dadas"), Guimarães Filho (leitura de poemas africanos) e Joel Faria (ilustração). A entrada é livre e tod@s são bem-vind@s.














FALTAM 2 DIAS / QUEM QUISER GOSTAR DE MIM / EU SOU ASSIM

5.05.14 | 11:41
FALTAM 2 DIAS/ QUEM QUISER GOSTAR DE MIM/ EU SOU ASSIM


O colóquio interartes de literatura brasileira e africana "Tinha Paixão?" começa esta quarta-feira, pelas 18:30, na Galeria de Paris (Rua Galerias de Paris, 56, Porto). Com Arnaldo Saraiva (sobre Alexei Bueno), Patrícia Lino (sobre Angélica Freitas), Ana Luísa e Filipe Cerqueira na música e Fred Babo na ilustração. Acompanhem as novidades aqui e aqui.

SESSÃO DE ABERTURA
7 MAIO | Galeria de Paris | 18:30

Arnaldo Saraiva – Alexei Bueno
Patrícia Lino – Angélica Freitas

Atuação musical
Ana Luísa & Filipe Cerqueira

Ilustrador
Frederico Babo


A entrada é livre e tod@s são bem-vind@s.


ARNALDO SARAIVA
Conferência sobre Alexei Bueno :: 7.05.14


Arnaldo Saraiva é professor emérito da Universidade do Porto.
Licenciado pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, fez o seu percurso académico e ensinou na Faculdade de Letras da Universidade do Porto desde 1970 a 2009, salvo nos anos em que ensinou, como professor convidado, na Universidade da Califórnia em Santa Barbara (1978- 1979) e na Universidade de Paris – Sorbonne Nouvelle (1993-1994).

Também ensinou na Universidade Católica Portuguesa (Porto) desde 2003 a 2009.
Foi membro da direcção da Cooperativa Árvore, presidente do Conselho Geral do Boavista Futebol Clube, fundador do Centro de Estudos Pessoanos, presidente da Fundação Eugénio de Andrade, colaborador da RTP e da RDP e actor em filmes de Luís Galvão Teles, António Reis, Saguenail e Joaquim Pinto.

Autor de uma vasta obra repartida pelo ensaio, pela poesia, pela crónica e pela tradução, criou as revistas Persona e Terceira Margem e tem numerosa colaboração dispersa por revistas e jornais nacionais e estrangeiros.

É sócio correspondente da Academia Brasileira de Letras, Cavaleiro da Ordem do Rio Branco pelo Governo Brasileiro, Sócio Benemérito do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro e, entre outras, recebeu a Medalha de Ouro da Universidade do Porto, a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de Autores, a Medalha de Ouro da Câmara Municipal do Fundão, a Medalha de Mérito Cultural da Academia Brasileira de Filologia e a Medalha do PPLP da Universidade Federal da Paraíba.

+

ALEXEI BUENO


Alexei Bueno (Rio de Janeiro, 26 de abril de 1963) é um poeta, editor e ensaísta brasileiro. Colabora em diversos órgãos de imprensa no Brasil e no exterior, é membro do PEN Clube do Brasil, e foi, de 1999 a 2002, Diretor do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC) do Rio de Janeiro, e membro do Conselho Estadual de Tombamento.

As escadas da torre (1984)
Poemas gregos (1985)
Livro de haicais (1989)
A decomposição de J. S. Bach (1989)
Brincalhão em! (1993)
AAAAgora (1995 - Prêmio Alphonsus de Guimaraens, da Biblioteca Nacional, e Prêmio da APCA)
A juventude dos deuses (1996)
Entusiasmo (1997)
Poemas reunidos (1998 - Prêmio Fernando Pessoa)
Em sonho (1999)
Os resistentes (2001)
Gamboa (2002), para a coleção Cantos do Rio
O patrimônio construído (2002, com Augusto Carlos da Silva Teles e Lauro Cavalcanti – Prêmio Jabuti)
Glauber Rocha, mais fortes são os poderes do povo! (2003)
Poesia reunida (2003 - Prêmio Jabuti)
O Brasil do século XIX na Coleção Fadel (2004)
Antologia pornográfica (2004)
A árvore seca (2006)
O Nordeste a a epopeia nacional (2006 - Aula Magna na UFRN)
Uma história da poesia brasileira (2007)
As desaparições (2009)
João Tarcísio Bueno, o herói de Abetaia (2010)
Lixo extraordinário (2010, com Vik Muniz)
O universo de Francisco Brennand (2011)
Machado, Euclides & outros monstros (2012)
Cinco séculos de poesia (edição bilingue) (2013)




PATRÍCIA LINO
Organização | Conferência sobre Angélica Freitas :: 7.05.14


23 anos. É licenciada em Línguas, Literaturas e Culturas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Mestre em Estudos Literários, Culturais e Interartes com a dissertação E então é verdade: então a vida não passa disto. Manoel de Barros e o Círculo dos três movimentos com vista ao Homem-Árvore e investigadora do CITCEM (Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória»).

Participou em vários encontros científicos [“Colóquio Clarice Lispector”, Casa Fernando Pessoa, 2008; “Belle Époque Brasileira”, FLUP, 2011; “1912-2012: A Time to Reason and Compare”, FLUP, 2012; “Jovem Jornada Delyra”, FLUP, 2012; “OIC – Novas abordagens da Literatura Contemporânea”, FLUP, 2012; “OIC – Movimentos politicos e culturais na primeira metade do século XX”, FLUP, 2013; “Meu tempo é quando: nos 100 anos de Vinicius de Moraes”, FLUP, 2013; “Seminários do fim do mundo | Série II”, FLUP, 2014, etc etc], iniciativas culturais [“Leitura Furiosa”, Serralves, 2009, 2012 & 2013 ou “Chá de Folhas”, Casa de Chá de Serralves, 2013, etc etc] e organiza vários eventos na mesma área.

+

ANGÉLICA FREITAS


Angélica Freitas (Pelotas, 1973) é uma poeta e tradutora brasileira.

Freitas nasceu em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Formou-se em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), residindo alguns anos em Porto Alegre. Mudou-se mais tarde para São Paulo, onde trabalhou como repórter para o jornal O Estado de S. Paulo e a revista Informática Hoje. Deixou a capital paulista em 2006, iniciando uma série de passagens e residências temporárias em países como a Holanda, a Bolívia e a Argentina. Atualmente, a poeta vive e trabalha em Pelotas, Brasil.

Rilke Shake (2007)
um útero é do tamanho de um punho (2013)
 

JOÃO URUBU - NOVEMBRO DE FESTIM (OU NÃO VOLTA MOÇA)

2.05.14 | 12:35
JOÃO URUBU - NOVEMBRO DE FESTIM (OU NÃO VOLTA MOÇA)
Atuação integrada na 4ª edição do colóquio interartes de literatura brasileira e africana "Tinha Paixão?"




A gravação de "Novembro de Festim (ou Não volta moça)" é a terceira colaboração do João com o colóquio interartes de literatura brasileira e africana "Tinha Paixão?". A primeira, em 2012, pode ser vista aqui e a segunda, em 2013, pode ser encontrada aqui.

João Urubu nasceu em 1993. Músico, compositor, diretor musical e poeta. Natural de Belém do Pará, Brasil. É um dos quatro idealizadores do Projeto Urubu Pavão.

COLÓQUIO INTERARTES LBA "TINHA PAIXÃO?" NO INSTAGRAM

2.05.14 | 12:30
A 4ª EDIÇÃO DO COLÓQUIO INTERARTES DE LITERATURA BRASILEIRA E AFRICANA "TINHA PAIXÃO?" PODERÁ SER ACOMPANHADA NO INSTAGRAM 



A partir de agora, poderá acompanhar as novidades da 4ª edição na aplicação Instagram. Basta clicar aqui

O colóquio interartes de literatura brasileira e africana Tinha Paixão? está de volta às ruas da cidade do Porto. De 7 de maio a 4 de junho, os/as autores/as Alexei Bueno, Angélica Freitas, Manuel Ferreira, Carlito Azevedo, Rui Knopfli, Mário de Andrade, Nelson Saúte, Luís Bernardo Honwana, Guimarães Rosa, Mia Couto e Patativa do Assaré serão apresentados pelos nossos conferencistas em cinco espaços diferentes (Galeria de Paris, Gato Vadio, Boulevard, Baixaria e Breyner 85). Contamos, à semelhança de 2013, com a presença de leitores, de um ilustrador em cada sessão e com atuações musicais na primeira e na última sessões. Pela primeira vez, no dia 21, com o intuito de ouvir o público, promovemos um debate: "Divulgação da literatura lusófona na cidade do Porto".

A entrada é livre e tod@s são bem vind@s.

7 MAIO :: SESSÃO DE ABERTURA

27.04.14 | 20:00
7 MAIO :: SESSÃO DE ABERTURA 



























ARNALDO SARAIVA
Conferência sobre Alexei Bueno :: 7.05.14

Arnaldo Saraiva é professor emérito da Universidade do Porto.
Licenciado pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, fez o seu percurso académico e ensinou na Faculdade de Letras da Universidade do Porto desde 1970 a 2009, salvo nos anos em que ensinou, como professor convidado, na Universidade da Califórnia em Santa Barbara (1978- 1979) e na Universidade de Paris – Sorbonne Nouvelle (1993-1994).

Também ensinou na Universidade Católica Portuguesa (Porto) desde 2003 a 2009.
Foi membro da direcção da Cooperativa Árvore, presidente do Conselho Geral do Boavista Futebol Clube, fundador do Centro de Estudos Pessoanos,  presidente da Fundação Eugénio de Andrade, colaborador da RTP e da RDP e actor em filmes de Luís Galvão Teles, António Reis, Saguenail e Joaquim Pinto.

Autor de uma vasta obra repartida pelo ensaio, pela poesia, pela  crónica e pela tradução, criou as revistas Persona e Terceira Margem e tem numerosa colaboração dispersa por revistas e jornais nacionais e estrangeiros.

É sócio correspondente da Academia Brasileira de Letras, Cavaleiro da Ordem do Rio Branco pelo Governo Brasileiro,  Sócio Benemérito do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro e, entre outras, recebeu a Medalha de Ouro da Universidade do Porto, a Medalha de Honra da Sociedade Portuguesa de Autores, a Medalha de Ouro da Câmara Municipal do Fundão, a Medalha de Mérito Cultural da Academia Brasileira de Filologia e a Medalha do PPLP da Universidade Federal da Paraíba.

+


























ALEXEI BUENO

Alexei Bueno (Rio de Janeiro, 26 de abril de 1963) é um poeta, editor e ensaísta brasileiro. Colabora em diversos órgãos de imprensa no Brasil e no exterior, é membro do PEN Clube do Brasil, e foi, de 1999 a 2002, Diretor do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC) do Rio de Janeiro, e membro do Conselho Estadual de Tombamento.

As escadas da torre (1984)
Poemas gregos (1985)
Livro de haicais (1989)
A decomposição de J. S. Bach (1989)
Brincalhão em! (1993)
AAAAgora (1995 - Prêmio Alphonsus de Guimaraens, da Biblioteca Nacional, e Prêmio da APCA)
A juventude dos deuses (1996)
Entusiasmo (1997)
Poemas reunidos (1998 - Prêmio Fernando Pessoa)
Em sonho (1999)
Os resistentes (2001)
Gamboa (2002), para a coleção Cantos do Rio
O patrimônio construído (2002, com Augusto Carlos da Silva Teles e Lauro Cavalcanti – Prêmio Jabuti)
Glauber Rocha, mais fortes são os poderes do povo! (2003)
Poesia reunida (2003 - Prêmio Jabuti)
O Brasil do século XIX na Coleção Fadel (2004)
Antologia pornográfica (2004)
A árvore seca (2006)
O Nordeste a a epopeia nacional (2006 - Aula Magna na UFRN)
Uma história da poesia brasileira (2007)
As desaparições (2009)
João Tarcísio Bueno, o herói de Abetaia (2010)
Lixo extraordinário (2010, com Vik Muniz)
O universo de Francisco Brennand (2011)
Machado, Euclides & outros monstros (2012)
Cinco séculos de poesia (edição bilíngue) (2013)

















PATRÍCIA LINO
Organização | Conferência sobre Angélica Freitas :: 7.05.14

23 anos. É licenciada em Línguas, Literaturas e Culturas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Mestre em Estudos Literários, Culturais e Interartes com a dissertação E então é verdade: então a vida não passa disto. Manoel de Barros e o Círculo dos três movimentos com vista ao Homem-Árvore e investigadora do CITCEM (Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória»).

Participou em vários encontros científicos [“Colóquio Clarice Lispector”, Casa Fernando Pessoa, 2008; “Belle Époque Brasileira”, FLUP, 2011; “1912-2012: A Time to Reason and Compare”, FLUP, 2012; “Jovem Jornada Delyra”, FLUP, 2012; “OIC – Novas abordagens da Literatura Contemporânea”, FLUP, 2012; “OIC – Movimentos politicos e culturais na primeira metade do século XX”, FLUP, 2013; “Meu tempo é quando: nos 100 anos de Vinicius de Moraes”, FLUP, 2013; “Seminários do fim do mundo | Série II”, FLUP, 2014, etc etc], iniciativas culturais [“Leitura Furiosa”, Serralves, 2009, 2012 & 2013 ou “Chá de Folhas”, Casa de Chá de Serralves, 2013] e organiza vários eventos na mesma área.

Contam-se ainda palestras na Universidade do Minho, na Universidade de Aveiro e em várias escolas, bibliotecas e associações portuguesas. Tem ensaios, artigos e poemas publicados em Portugal e no Brasil. Interessam-lhe muito questões como o século V ateniense, o tempo e o espaço ou o samba brasileiro de raiz. Vive e trabalha no Porto.

+


















ANGÉLICA FREITAS

Angélica Freitas (Pelotas, 1973) é uma poeta e tradutora brasileira.

Freitas nasceu em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Formou-se em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), residindo alguns anos em Porto Alegre. Mudou-se mais tarde para São Paulo, onde trabalhou como repórter para o jornal O Estado de S. Paulo e a revista Informática Hoje. Deixou a capital paulista em 2006, iniciando uma série de passagens e residências temporárias em países como a Holanda, a Bolívia e a Argentina. Atualmente, a poeta vive e trabalha em Pelotas, Brasil.

Rilke Shake (2007)
um útero é do tamanho de um punho (2013)